O corpo do professor Breno Antônio Humberto de Moraes, de 25 anos, foi velado e sepultado na manhã deste sábado (10), em Várzea Grande, sob forte comoção de familiares e amigos, que cobraram Justiça pelo assassinato.
O jovem estava desaparecido desde 26 de setembro e foi encontrado morto na noite de quinta-feira (8), em uma área de brejo no bairro 13 de Setembro.
O corpo chegou à Capela da Funerária São Antônio na noite de sexta-feira (9), onde familiares e amigos prestaram as últimas homenagens. Durante a despedida, pessoas próximas à vítima expressaram indignação com a violência do crime e pediram que todos os envolvidos sejam responsabilizados.
Juliana, amiga de Breno, lamentou a morte e descreveu o professor como uma pessoa tranquila e respeitosa. Emocionada, ela classificou o crime como uma covardia e afirmou que a dor da perda será difícil de superar.
“É muito lamentável o que aconteceu. O que fizeram com ele foi muita covardia. O Breno era uma pessoa muito tranquila, uma pessoa muito respeitosa. Ninguém tem palavras para descrever a tamanha dor que nós estamos sentindo neste momento”, declarou.
A amiga também cobrou punição aos responsáveis pelo assassinato. “Nós queremos muita Justiça, mas muita Justiça mesmo, que todos os envolvidos vão presos”, afirmou.
Marcela, também amiga do professor, disse que nada justifica a violência contra Breno e ressaltou que o grupo não aceitará ataques à memória da vítima.
“Esperamos que a Justiça seja feita e que a lei sirva para punir todos que fizeram isso com o Breno. Nada, nada justifica o que fizeram com ele”, disse ao Cadeia Neles.
Ela também manifestou indignação com possíveis comentários sobre a vítima. “Nós não vamos permitir que difamem o Breno ou que levantem falso testemunho contra ele”, acrescentou.
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