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Por Suzana Agnello
Na última segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026, o governador Mauro Mendes (UB) fez uma série de declarações contundentes contra o ex-governador Pedro Taques (PSB), acusando-o de mentir e agir com “má-fé processual”. A disputa surgiu a partir de uma ação popular apresentada por Taques, que questiona um acordo firmado entre o governo e a empresa Oi.
Mendes argumentou que Taques está motivado por interesses eleitorais, tentando usar a situação para ganhar apoio popular. “Ele está tentando, mais uma vez, aplicar um golpe eleitoral”, disse Mendes, referindo-se à natureza da ação de Taques.
O governador não poupou críticas ao histórico político de Taques, lembrando suas derrotas em eleições passadas, como a de reeleição em que ficou em quarto lugar, e uma tentativa de se eleger ao Senado, na qual ficou em sétimo. Mendes descreveu Taques como “uma pessoa invejosa e maldosa”, afirmando que todos que o conhecem reconhecem essas características.
A PGE, em nota, defendeu a legalidade do acordo com a Oi, afirmando que as alegações de Taques representam uma “lamentável má-fé processual”. A Procuradoria destacou que o acordo gerou uma economia de quase R$ 300 milhões para o estado e evitou bloqueios financeiros que poderiam prejudicar os cofres estaduais.
A PGE reafirmou que o acordo respeitou os princípios da legalidade e vantajosidade, e que qualquer questionamento sobre ele é desprovido de fundamento, reforçando a segurança jurídica da ação.
Mendes anunciou que está processando Taques por ataques pessoais, direcionados não apenas a ele, mas também à sua família. O governador expressou confiança de que a justiça será feita e que Taques terá que responder por suas acusações infundadas.



