Na Sessão Ordinária desta segunda-feira (27.04), a Vereadora Andrelina Magali (PP) fez um desabafo contundente sobre a perseguição que sofreu do Presidente da Câmara, Flávio Negação (MDB).
Andrelina, que se afastou de suas funções para assumir a Secretaria de Assistência Social e Cidadania durante sete meses, relatou que, ao tentar retornar à Câmara, foi impedida de forma monocrática pela presidência.
Para reassumir suas atividades legislativas, a vereadora se viu obrigada a recorrer à Justiça por meio de um mandado de segurança.
Em seu discurso, a parlamentar destacou a promulgação da Lei n° 14.192, de 2021, que caracteriza a Violência Política de Gênero como qualquer ato que exclua a mulher do espaço político, limite seu acesso ou a induza a tomar decisões contrárias à sua vontade.
Segundo a vereadora, essa forma de violência é uma das principais causas da sub-representação feminina no Parlamento e em espaços de poder, o que acaba por prejudicar a democracia no país.
Em resposta à situação, a Vereadora Andrelina Magali protocolou uma denúncia perante o Ministério Público da Comarca de Cáceres, sob o n° 88.928, contra o presidente Flávio Negação.
A atuação do MP visa combater o silenciamento e a violência política contra as mulheres.



