“Lavagem cerebral”, diz Chiquini ao comentar estratégia de Janja para dialogar com evangélicas

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Advogado afirmou que existe uma estratégia para conquistar cristãos

O advogado criminalista Jeffrey Chiquini elevou o tom nas redes sociais ao comentar uma recente fala da primeira-dama Janja da Silva voltada ao diálogo com mulheres evangélicas. Em vídeo publicado em seus perfis, Chiquini demonstrou forte indignação e acusou o governo e setores da esquerda de promoverem uma estratégia de aproximação com cristãos e evangélicos com objetivos eleitorais.

Durante a gravação, o advogado classificou a iniciativa como uma tentativa de “manipulação” e “lavagem cerebral”, afirmando que a participação de Janja em agendas relacionadas ao público evangélico faria parte de uma ação planejada para conquistar apoio entre eleitores conservadores.

A reação ocorreu após declarações da primeira-dama defendendo a aproximação entre mulheres de diferentes correntes ideológicas e religiosas, destacando que problemas enfrentados pelas mulheres seriam semelhantes independentemente de posicionamentos políticos.

Chiquini, no entanto, rejeitou a comparação e afirmou que cristãos e evangélicos não compartilham dos mesmos valores defendidos por setores progressistas. Em tom contundente, o advogado criticou pautas associadas à esquerda e acusou o PT de tentar se reaproximar do eleitorado religioso por conveniência política.

Ao longo do vídeo, o criminalista adotou um discurso combativo, direcionado principalmente ao público evangélico, pedindo que seus seguidores não se deixassem influenciar pelo que chamou de uma nova estratégia de comunicação do partido. Em diversos momentos, utilizou termos duros para se referir à esquerda e ao governo federal, elevando ainda mais o nível das críticas.

Chiquini também sustentou que trabalhos sociais desenvolvidos em comunidades brasileiras são realizados majoritariamente por igrejas e instituições religiosas, contestando a narrativa de que pautas sociais seriam uma bandeira exclusiva de grupos progressistas.

A manifestação ocorre em um momento de intensificação da disputa política nas redes sociais, onde temas ligados à religião e aos costumes têm sido cada vez mais explorados por diferentes grupos ideológicos. O vídeo rapidamente repercutiu entre apoiadores do campo conservador, ampliando o debate sobre a relação entre política, fé e estratégias eleitorais.

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