Deputado Júlio Campos critica “Ditadura do Judiciário” e diz que Tarcísio deve ser no próximo presidente do Brasil

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Por Anderson Alexandre DRT 3156/MT

Júlio Campos (União Brasil) manifestou forte crítica ao que ele define como uma “ditadura do judiciário brasileiro”, comparando a situação atual com o período da ditadura militar. Em suas declarações, o parlamentar citou sua própria experiência como prefeito e governador durante regimes anteriores para fundamentar sua posição.

Campos direcionou suas críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF), em especial ao ministro Alexandre de Moraes, acusando-o de tomar decisões “draconianas” e “truculentas” com relação ao ex-presidente Jair Bolsonaro e aos manifestantes do 8 de janeiro. O deputado questionou a condenação de pessoas idosas a 17 anos de prisão, contrastando com a impunidade de outros casos, como os desvios no INSS e os processos da Lava Jato.

“Será que o Supremo não vê isso? Só vê a figura do presidente Bolsonaro?”, questionou Campos, expressando seu protesto e indignação. Ele também levantou a questão dos recursos desviados, como os bilhões roubados do INSS e os casos da Lava Jato, que, segundo ele, foram perdoados sem que os responsáveis fossem devidamente punidos ou que os valores fossem devolvidos.

Apesar das críticas, o deputado demonstrou otimismo em relação à força da direita no Brasil. “Eu acho que a direita está mais forte do que nunca. Nós somos mais de 50% do Brasil, não somos direita extremista, radical, fanática, mas somos na direita consciente que temos força para eleger o futuro presidente”, declarou.

Diante da inelegibilidade de Jair Bolsonaro, Júlio Campos apontou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, como o nome a ser preparado para a sucessão presidencial. “Nesse caso, nós temos que entender, como o Bolsonaro está inelegível, nós temos que preparar o governador Tarcísio para ser o nosso futuro presidente”, concluiu o deputado estadual.

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